AFA

Academia da Força Aérea

 O Pergamus e a AFA/EFOMM/EEAr

 O Curso Pergamus tem obtido um sucesso excepcional na turma da AFA/EFOMM /EEAr, e isso se deve à qualidade de nossa equipe de professores, ao material didático que é produzido exclusivamente para esse fim - revisado anualmente -, aos nossos meios auxiliares facilitadores do ensino (quadro interativo), além, é claro, da nossa aprovação, que é a maior da região (veja nossa galeria de fotos).

Com número limitado de alunos por sala - vinte -, o Curso Pergamus tem se destacado  em Juiz de Fora e região por manter sempre uma qualidade de ensino com assessoramento pedagógico diário e por dar o conforto, na medida certa, aos nossos alunos e professores. Nossas aulas iniciam no dia 1º de fevereiro de 2011 e, embora pareça ser pouco o tempo entre o início e o dia do concurso, é o suficiente, tendo em vista que nossos meios auxiliares otimizam o tempo do aluno e o do professor - aulas enviadas para o aluno, em tempo real, por e-mail permitem que ele preste atenção à aula sem ter que se preocupar em copiar o conteúdo ou a resolução de um problema do quadro.

A prova do concurso de Admissão à AFA/EFOMM/EEAr é composta de Matemática, Física, Inglês, Português (e Redação na EFOMM - classificatória). Consegue êxito aquele que atingir 50% ou mais em cada disciplina e um grau maior na produção textual (EFOMM). Por terem conteúdo comum, orientamos nossos alunos/candidatos a prestarem todos os concursos, como forma de treinamento para aquele a que ele realmente tem em vista.

PROGRAMA DE MATÉRIAS

A bibliografia sugerida não limita nem esgota o programa. Serve apenas como orientação para as bancas elaboradoras de provas e para os candidatos.

 1 FÍSICA

 1.1 CINEMÁTICA ESCALAR

1.1.1 Movimento Uniforme. Movimento com velocidade escalar variável e Movimento Uniformemente Variado. Movimento Vertical no vácuo. Gráficos do Movimento Uniforme e do Movimento Uniformemente Variado.

1.2 VETORES E GRANDEZAS VETORIAIS: CINEMÁTICA VETORIAL

1.2.1 Vetores. Velocidade e aceleração vetoriais. Movimentos circulares. Lançamento horizontal e lançamento oblíquo no vácuo.

 1.3 DINÂMICA

1.3.1 Princípios fundamentais. Leis de Newton. Forças de atrito. Forças em trajetória curvilíneas. Trabalho e energia. Impulso e Quantidade de Movimento. Gravitação Universal.

 1.4 ESTÁTICA

1.4.1 Equilíbrio do ponto material. Equilíbrio dos corpos extensos. Hidrostática.

 1.5 TERMOLOGIA

1.5.l Introdução à termologia. Termometria. Dilatação térmica de sólidos e líquidos.

 1.6 CALOR

1.6.1 Calorimetria. Mudanças de fase. Diagramas de fase. Propagação do calor.

 1.7 TERMODINÂMICA

1.7.1 Estudo dos gases. As leis da Termodinâmica.

 1.8 ÓPTICA

1.8.1 Óptica geométrica. Reflexão da luz e Espelhos planos. Espelhos esféricos. Refração luminosa. Lentes esféricas delgadas. Instrumentos ópticos.

 1.9 ONDAS

1.9.1 Movimento harmônico simples (MHS). Ondas. Interferência de ondas. Ondas sonoras.

 1.10 ELETROSTÁTICA

1.10.1 Eletrização e Força elétrica. Campo elétrico. Trabalho e potencial elétrico. Condutores em equilíbrio eletrostático e Capacitância eletrostática.

 1.11 ELETRODINÂMICA

1.11.1 Corrente elétrica. Resistores. Medidas elétricas. Geradores e Receptores elétricos. Capacitores.

 1.12 ELETROMAGNETISMO

1.12.1 Campo magnético. Força magnética. Indução eletromagnética.

 1.13 BIBLIOGRAFIA

1.13.1 CALÇADA, Caio Sérgio; SAMPAIO, José Luiz. Física Clássica. Volumes l, 2, 3, 4 e 5. São Paulo: Atual, 1998. V.1 – Cinemática, 2.ed.; V.2 – Dinâmica, Estática, 2.ed.; V.3 – Termologia, Fluidomecânica e Análise Dimencional, 2.ed.; V.4 – Óptica e Ondas, 2.ed.; V.5 – Eletricidade, 2.ed.

1.13.2 GASPAR, Alberto. Física. Volumes l, 2 e 3. São Paulo: Ática, 2000. V.1 – Mecânica; V.2 – Ondas, Óptica e Termodinâmica; V.3 – Eletromagnetismo e Física Moderna.

1.13.3 GUALTER, José Biscuola; HELOU, Ricardo Doca; NEWTON, Villas bôas. Tópicos de Física. Volumes l, 2 e 3. São Paulo: Saraiva, 2002. V.1 – Mecânica, 18.ed., 2001; V.2 – Termologia, Ondulatória e Óptica, 16.ed., 2001; V.3 – Eletricidade, Física Moderna e Análise Dimensional, 15.ed., 2001.

1.13.4 MÁXIMO, Antônio; ALVARENGA, Beatriz. Curso de física. Volumes l, 2 e 3. São Paulo: Scipione, 2005. V.1 – 6.ed, 2006; V.2; V.3.

1.13.5 PARANÁ, Dijalma Nunes da Silva. Física. Volumes l, 2 e 3. São Paulo: Ática, 1998. V.1 – Mecânica, 6.ed.; V.2 – Termologia, Óptica e Ondulatória, 7. ed., 1999. V.3 – Eletricidade, 7.ed., 1999.

1.13.6 RAMALHO , Francisco Júnior; NICOLAU, Gilberto Ferraro; TOLEDO, Paulo Antônio Soares.

Os Fundamentos da Física. Volumes l, 2 e 3 – 8.ed.. São Paulo: Moderna, 2006. V.1 – Mecânica; V.2 – Termologia, Óptica e Ondas; V.3 – Eletricidade, Introdução à Física Moderna e Análise Dimencional.

 2 MATEMÁTICA

 2.1 CONJUNTOS NUMÉRICOS

2.1.1 Números naturais e inteiros: indução finita, divisibilidade, mínimo múltiplo comum, máximo divisor comum e decomposição em fatores primos.

2.1.2 Números racionais e reais: operações e propriedades, relações de ordem, valor absoluto e desigualdades.

2.1.3 Números complexos: forma algébrica e trigonométrica. Representação no plano, complexo conjugado e operações. Raízes da unidade.

2.1.4 Seqüências: progressões aritméticas e geométricas.

 2.2 POLINÔMIOS

2.2.1 Conceito, grau e propriedades fundamentais.

2.2.2 Operações, divisibilidade por "x-a" e dispositivo prático de Briot-Ruffini.

 2.3 EQUAÇÕES ALGÉBRICAS

2.3.1 Definição, raízes e multiplicidade. Teorema Fundamental da Álgebra.

2.3.2 Relações entre coeficientes e raízes. Pesquisa de raízes múltiplas. Raízes reais e complexas.

 2.4 ANÁLISE COMBINATÓRIA E PROBABILIDADE

2.4.1 Arranjos, Permutações, Fatorial e Combinações.

2.4.2 Números binomiais. Triângulo de Pascal e Binómio de Newton.

2.4.3 Probabilidade: Definição, Probabilidade Condicional, Eventos Independentes e Distribuição Binomial de Probabilidades.

 2.5 MATRIZES. DETERMINANTES E SISTEMAS LINEARES

2.5.1 Matrizes: conceito, tipos especiais, operações e matriz inversa.

2.5.2 Determinantes: conceito, resolução, propriedades e aplicações.

2.5.3 Sistemas lineares: resolução e discussão.

 2.6 GEOMETRIA ANALÍTICA

2.6.1 Coordenadas cartesianas. Distância entre dois pontos.

2.6.2 Estudo da reta: equação geral, reduzida, segmentaria, paramétricas e normal. Interseção,

paralelismo e perpendicularismo. Distância de um ponto a uma reta. Área de um triângulo e condição de alinhamento de três pontos.

2.6.3 Equação da circunferência: tangências e interseções.

2.6.4 Elipse, hipérbole e parábola: elementos e equações.

 2.7 FUNÇÕES

2.7.1 Domínio, contradomínio e imagem de uma função.

2.7.2 Funções injetoras, sobrejetoras e bijetoras.

2.7.3 Funções compostas, inversa, pares e ímpares.

2.7.4 Funções: linear, quadrática, exponencial, logarítmica, modular e recíproca. Propriedades. Resolução de equações e inequações.

2.7.5 Representação gráfica de funções.

 2.8 TRIGONOMETRIA

2.8.1 Arcos e ângulos: definições, medidas e relações entre arcos.

2.8.2 Funções trigonométricas e funções trigonométricas inversas. Relações fundamentais.

2.8.3 Relações e Identidades. Redução ao 1° quadrante. Adição, subtração, duplicação e bissecção de arcos. Transformação em produto.

2.8.4 Equações e inequações trigonométricas.

2.8.5 Resolução de triângulos. Lei dos senos e dos cosenos.

2.9 GEOMETRIA PLANA

2.9.1 Congruência de figuras planas.

2.9.2 Semelhança de triângulos.

2.9.3 Relações métricas nos triângulos, polígonos regulares e círculos.

2.9.4 Áreas de polígonos, círculo, coroa e setor circular.

 2.10 GEOMETRIA ESPACIAL

2.10.1 Retas e planos no espaço. Paralelismo e perpendicularismo.

2.10.2 Ângulos diedros e ângulos poliedros. Poliedros regulares.

2.10.3 Prismas, pirâmides e respectivos troncos: cálculo de áreas e volumes.

2.10.4 Cilindro, cone e esfera: cálculo de áreas e volumes.

 2.11 BIBLIOGRAFIA

2.11.1 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar. 8.ed. São Paulo: Atual. V.1.

2.11.2 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar. 9.ed.. São Paulo: Atual, 2004.V. 2

2.11.3 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar. 8.ed. São Paulo: Atual. V.3.

2.11.4 IEZZI, G.; HAZZAN, S.. Fundamentos da matemática elementar. 7.ed. São Paulo: Atual, 2004. V. 4.

2.11.5 HAZZAN, S.. Fundamentos da matemática elementar. 7.ed. São Paulo: Atual, 2004. V. 5.

2.11.6 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar. 7.ed.. São Paulo: Atual, 2004.V. 6.

2.11.7 IEZZI, Gelson. Fundamentos de matemática elementar. 5.ed. São Paulo: Atual, 2005. V.7.

2.11.8 DOLCE, O.; POMPEU, J. N. Fundamentos da matemática elementar. 8.ed. São Paulo: Atual, 2005. V.9.

2.11.9 DOLCE, O.; POMPEU, J. N. Fundamentos da matemática elementar. 6.ed. São Paulo: Atual, 2005. V.10.

 3 LÍNGUA INGLESA

3.1 GRAMÁTICA

 3.1.1 MORFOLOGIA

3.1.1.1 Substantivos: gênero, forma possessiva, número. Pronomes: possessivos, reflexivos, objetivos. Adjetivos: grau de comparação, espécies. Verbos: infinitivos e gerúndios. Verbos: regulares e irregulares.

 3.1.2 SEMÂNTICA

3.1.2.1 Verbos: tempos, modos e formas (presente, passado, futuro simples, contínuo, perfeito, imperativo); substitutos de tempo futuro; verbos modais. Advérbios. Numerais. Preposições; Conjunções. Palavras interrogativas.

 3.1.3 SINTAXE

3.1.3.1 Estrutura da oração. Período composto (condicionais, relativas, apositivas, etc.). Verbos: vozes (ativa, passiva, reflexiva); discurso (direto e indireto). “Question tags”, respostas curtas (“Tag answers”). Verbo: forma verbal enfática. Artigos (definidos e indefinidos).

 3.2 COMPREENSÃO DE TEXTOS

3.2.1 Textos de assuntos técnicos e gerais.

 3.3 BIBLIOGRAFIA

3.3.1 OXFORD ADVANCED LEARNERS DICTIONARY. 7.ed. 2005.

3.3.2 DICTIONARY OF ENGLISH LANGUAGE AND CULTURE. Longman. Pearson Longman.

3.3.3 SWAN, M.; WALTER, C.. The Good Grammar Book; with answers. Oxford, 2001.

3.3.4 FUCHS, M.; BONNER, M. Grammar Express Intermediate; with Answers Key. Longman, 2002.

3.3.5 BOLTON, D.; GOODEY, N.. English Grammar in Steps; with answers. Richmond Publishing:1996.

 4 LÍNGUA PORTUGUESA

 4.1 ESTUDO DE TEXTO

4.1.1 Compreensão de textos literários e não literários

 4.2 GRAMÁTICA

4.2.1 Fonologia: fonemas, encontros consonantais e vocálicos, dígrafos, divisão silábica, acentuação gráfica e ortografia.

4.2.2 Morfologia: estrutura das palavras, formação de palavras, classes de palavras: classificação, flexão e emprego (substantivo, adjetivo, artigo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção e interjeição).

4.2.3 Sintaxe: análise sintática da oração, análise sintática do período, pontuação, regência e concordância, estudo da crase, colocação pronominal.

 4.3 SEMÂNTICA E ESTILÍSTICA

4.3.1 Sinonímia e antonímia, hipononímia e hipernonímia, polissemia, ambigüidade.

 4.4 BIBLIOGRAFIA

4.4.1 CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C. Gramática reflexiva: Texto, Semântica e Interação.

2.ed. São Paulo: Atual, 2005.

4.4.2 SAVIOLI, F. P.; FIORIN, J. L. Lições do texto. 7.ed. São Paulo: Ática. 2000. 

 1 REQUISITOS FÍSICOS DE ESTATURA E PESO

 1.1 CFOAV

1.1.1 Os parâmetros de estatura e peso, requeridos aos candidatos, de ambos os sexos, para ingresso no Curso de Formação de oficiais Aviadores (CFOAV), estão de acordo com as limitações antropométricas exigidas aos pilotos da aeronave T-27 (Tucano), utilizada nas instruções de vôo da Academia da Força Aérea (AFA).

1.1.2 Os candidatos deverão apresentar estatura mínima de 1,64 m e estatura máxima de 1,87 m.

1.1.3 Deverão apresentar altura sentada máxima de 97,4cm, distância nádega-joelho máxima de 65,2 cm, peso mínimo de 58,65 kg e peso máximo de 93,53 kg, em virtude dos requisitos antropométricos exigidos para a operação da cadeira de ejeção que equipa a aeronave T-27 Tucano, conforme tabela abaixo:

 TABELA DE LIMITES ANTROPOMÉTRICOS PARA A ANV T-27

 MEDIDA MÍNIMO MÁXIMO

Peso 58,65 kg 93,53 kg

Altura sentado 85,1 cm 97,4 cm

Nádega-joelho 55,1 cm 65,2 cm

 1.1.4 Nesse aspecto, todos os militares, na condição de Cadetes Aviadores realizando o Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV) na Academia da Força Aérea, serão submetidos a uma nova Inspeção de Saúde, mais específica, destinada a verificar o atendimento aos demais parâmetros antropométricos exigidos em legislação da Diretoria de Saúde da Aeronáutica, para iniciar a instrução de vôo na aeronave T-27 (Tucano).

1.1.5 Os requisitos de peso são estruturados com base no índice de massa corpórea (IMC) e de acordo com a tabela da Organização Mundial de Saúde (OMS), que utiliza a seguinte classificação:

 CLASSIFICAÇÃO IMC

MAGREZA < 18,5

NORMAL 18,5 a 24,9

SOBREPESO 25 a 29,9

OBESIDADE GRAU 1 30 a 34,9

OBSESIDADE GRAU 2 35 a 39,9

OBESIDADE GRAU 3 ≥ 40

 OBSERVAÇÃO: Os valores de IMC não dependem de idade e são iguais para ambos os sexos.

1.1.6 Nas Inspeções de Saúde Iniciais serão considerados como INCAPAZES PARA O FIM A QUE SE DESTINAM, os candidatos que obtiverem os valores de IMC menores que 18,5, caracterizando a magreza, e maiores que 24,9, caracterizando o sobrepeso e os diversos graus de obesidade.

 1.2 CFOINT E CFOINF

1.2.1 O Inspecionado pelas Juntas de Saúde (JS) iniciais, candidato ao CFOINT E CFOINF 2008,

deverá apresentar estatura mínima de 1,55 m, se do sexo feminino e 1,60 m, se do sexo masculino.

1.2.2 Os requisitos de peso são estruturados com base no índice de massa corpórea e de acordo com a

tabela da Organização Mundial de Saúde (OMS), que utiliza a seguinte classificação conforme os itens 1.1.5 e 1.1.6.

 2 REQUISITOS CARDIOCIRCULATÓRIOS

 2.1 CFOAV, CFOINT E CFOINF

2.1.1 Pressão arterial em decúbito dorsal, até 140mmHg (cento e quarenta) de sistólica por até

90mmHg (noventa) de diastólica;

2.1.2 Exame físico do aparelho cardiovascular normal;

2.1.3 Eletrocardiograma de repouso normal;

2.1.4 Exame radiológico do tórax sem anormalidades; e

2.1.5 Ausência de doenças cardiovasculares incapacitantes, de acordo com as IRIS.

 3 REQUISITOS VISUAIS

 3.1 CFOAV (Requisito visual nº 1 da ICA 160-6/2009)

3.1.1 A acuidade visual a seis metros será: visão igual a 1,0 (20/20) em cada olho, separadamente, sem correção.

3.1.2 Acuidade visual a 35 centímetros - J-1 em cada olho, separadamente, sem correção;

3.1.3 Senso cromático - pesquisado por intermédio das Pranchas Pseudo-Isocromáticas, admitindo-se

até 03 (três) interpretações incorretas;

3.1.4 Motilidade Ocular Extrínseca:

a) índices forométricos a 06 (seis) metros, em caso de foria, admite-se os limites nos índices forométricos a 06 (seis) metros, de acordo com o quadro abaixo:

 ENDOFORIA até 10 dioptrias prismáticas

EXOFORIA até 05 dioptrias prismáticas

HIPERFORIA até 01 dioptria prismática

 b) capacidade de divergência: de 03 (três) a 15 (quinze) dioptrias prismáticas. A divergência deve ser igual ou exceder à endoforia; e

c) poder de convergência: o ponto de convergência (PC) não deve exceder à distância interpupilar (DP).

 3.1.5 Campo visual: qualquer escotoma central ou para-central inabilita. Não deverá apresentar contração maior do que 15 (quinze) graus em qualquer meridiano, considerado os limites constantes no quadro abaixo (exame realizado a critério do especialista):

 TEMPORAL 90 graus

SUPERIOR 50 graus

NASAL 60 graus

INFERIOR 70 graus

 3.1.6 Visão de profundidade: será pesquisada em aparelho específico, “Keystone ou Ortho-Rater”.

Será considerada normal a leitura da metade do número de linhas mais uma.

3.1.7 Oftalmotônus: normal, entre 10 a 20 mm/Hg.

 OBSERVAÇÕES

a) Os portadores de dioptrias esféricas negativas (miopia) serão incapacitados.

b) O exame refratométrico deverá ser realizado, obrigatoriamente, sob cicloplegia.

c) Os candidatos ao CFOAV que tiverem sido submetidos à cirurgia refrativa (CERATOTOMIA RADIAL) serão incapacitados.

 3.2 CFOINT (Requisito visual nº 3 da ICA 160-6/2009)

3.2.1 A acuidade visual a seis metros será: visão igual a 0,1 (20/200) em cada olho, separadamente, sem correção, desde que, com o uso de lentes corretoras atinja visão igual a 0,66 (20/30) no mínimo em cada olho, separadamente.

3.2.2 Acuidade visual a 35 centímetros: J-4 em cada olho, separadamente, sem correção, e J-1 com correção.

3.2.3 Senso cromático - pesquisado por intermédio das Pranchas Pseudo-Isocromáticas. Ocorrendo mais de 8 (oito) interpretações incorretas o inspecionando poderá qualificar-se, desde que reconheça, com facilidade, as cores VERMELHA, VERDE, AZUL, ÂMBRAR E BRANCA, utilizadas em aviação.

3.2.4 Motilidade Ocular Extrínseca: excursões oculares normais nas 08(oito) posições cardinais.

3.2.5 Campo visual: normal, pesquisado em relação ao campo visual do examinador.

3.2.6 Oftalmotônus: normal, entre 10 a 20 mm/Hg.

3.3 CFOINF (Requisito visual nº 2 da ICA 160-6/2009)

3.3.1 A acuidade visual a seis metros será: visão igual a 0,5 (20/40) em cada olho, separadamente, sem correção, desde que, com o uso de lentes corretoras, atinja visão igual a 1,0 (20/20).

3.3.2 Acuidade visual a 35 centímetros: J-2 em cada olho, separadamente, sem correção, e J-1 com correção.

3.3.3 Senso cromático - pesquisado por intermédio das Pranchas Pseudo-Isocromáticas, admitindo-se até 03 (três) interpretações incorretas;

3.3.4 Motilidade Ocular Extrínseca:

a) índices forométricos a 06 (seis) metros, em caso de foria, admite-se os limites nos índices forométricos a 06 (seis) metros, de acordo com o quadro abaixo:

 ENDOFORIA até 10 dioptrias prismáticas

EXOFORIA até 05 dioptrias prismáticas

HIPERFORIA até 01 dioptria prismática

 b) capacidade de divergência: de 03 (três) a 15 (quinze) dioptrias prismáticas. A divergência deve ser igual ou exceder à endoforia; e

c) poder de convergência: o ponto de convergência (PC) não deve exceder à distância interpupilar (DP).

3.3.5 Campo visual: normal, pesquisado em relação ao campo visual do examinador.

3.3.6 Visão de profundidade: será pesquisada em aparelho específico, “Keystone ou Ortho-Rater”. Será considerada normal a leitura da metade do número de linhas mais uma.

3.3.7 Oftalmotônus: normal, entre 10 a 20 mm/Hg.

 4 REQUISITOS AUDITIVOS

 4.1 CFOAV (Requisito auditivo nº 1 da ICA 160-6/2009)

4.1.1 Audibilidade com perda tolerável de até 25db (vinte e cinco decibéis) ISO (International Standard Organization), nas freqüências de 250 (duzentos e cinqüenta) a 6.000 (seis mil) ciclos/segundo em cada ouvido, separadamente.

4.1.2 Audibilidade para voz cochichada a 5 (cinco) metros em cada ouvido, separadamente; e

4.1.3 Ausência de sinal evidente de sensibilidade anormal ao ruído.

 4.2 CFOINT E CFOINF (Requisito auditivo nº 2 da ICA 160-6/2009)

4.2.1 Audibilidade com perda tolerável de até 35db (trinta e cinco decibéis) ISO (International Standard Organization), nas freqüências de 500 (quinhentos) a 2.000 (dois mil) ciclos/segundo.

4.2.2 Audibilidade para voz cochichada a 5 (cinco) metros em cada ouvido.

 5 REQUISITOS ODONTOLÓGICOS

 5.1 CFOAV, CFOINT E CFOINF (Requisito odontológico nº 1 da ICA 160-6/2009)

5.1.1 Presença de todos os dentes anteriores naturais, incisivos e caninos, tolerando-se próteses que satisfaçam à estética e às funções.

5.1.2 Presença de, no mínimo, 4 (quatro) molares naturais, 1 (um) em cada hemi-arcada. Os espaços existentes, em decorrência de ausência de molares e/ou pré-molares, deverão estar ocupados por próteses que satisfaçam à estética e funções.

5.1.3 Ausência de cáries.

5.1.4 Ausência de moléstias periodontais evidenciáveis ao exame visual.

5.1.5 Ausência de afecções periapicais constatadas visualmente, ou evidenciadas em exames radiográficos de dentes suspeitos.

5.1.6 Ausência de má-oclusões do tipo, classe II severa e classe III de Angle, tipo óssea.

 6 REQUISITOS ORTOPÉDICOS

 6.1 CFOAV, CFOINT E CFOINF

6.1.1 Os inspecionandos não poderão apresentar no exame ortopédico da Inspeção de Saúde, as seguintes anomalias:

6.1.1.1 Escoliose que ultrapasse 12º (doze graus) Cobb para os candidatos ao CFOAV e CFOINF.

6.1.1.2 Escoliose que ultrapasse 20º (vinte graus) Cobb para os candidatos ao CFOINT.

6.1.1.3 Lordose acentuada, com mais de 48º (quarenta e oito graus) Ferguson no sexo masculino e 60º (sessenta graus) Ferguson no sexo feminino.

6.1.1.4 Cifose que, ao estudo radiológico, apresente mais de 40º(quarenta graus) Cobb, tanto no sexo masculino quanto no feminino.

6.1.1.5 “Genu Recurvatum”, com mais de 5º (cinco graus) além da posição neutra, em raios X lateral, decúbito dorsal com elevação ao nível do calcâneo de 10 cm (dez) em situação de relaxamento.

6.1.1.6 “Genu Varum” que apresente distância bicondilar superior a 7 cm (sete) ao exame clínico, sendo que as radiografias realizadas em posição ortostática, com carga, evidenciem acima de 6º (seis) graus no eixo anatômico.

6.1.1.7 “Genu Valgum” que apresente distância bimaleolar superior a 7 cm (sete), cujas radiografias realizadas em posição ortostática, com carga, evidenciem 6º (seis graus) no sexo masculino e até 9º (nove graus) no sexo feminino, no eixo anatômico.

6.1.1.8 Megapófises de vértebra lombar que apresentem articulação anômala unilateral no estudo radiológico.

6.1.1.9 Espinha bífida com repercussão neurológica.

6.1.1.10 Anomalia no comprimento dos membros inferiores que apresentem, ao exame, encurtamento de um dos membros, superior a 15 mm (quinze), constatado em mensuração referencial da crista ilíaca até o maléolo interno e confirmado através de escanometria de membros inferiores.

6.1.1.11 Hemivértebra, tumores vertebrais (benignos e malignos), seqüela de fraturas que comprometam mais de 50% (cinqüenta por cento) do corpo vertebral, laminectomia, passado de cirurgia de hérnia discal, pinçamento discal lombar maior que 20% (vinte por cento) do espaço intervertebral.

6.1.1.12 Todas as espondilólises e as espondilolisteses.

 7 REQUISITOS DÉRMICOS

 7.1 CFOAV, CFOINT E CFOINF

 7.1.1 Inexistência de cicatriz que, por sua natureza ou localização, possa, em face do uso de equipamento militar e do exercício das atividades militares, vir a motivar qualquer perturbação funcional ou ulcerar-se.

 7.1.2 Inexistência de tatuagem no corpo que afete a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro exigido aos integrantes das Forças Armadas (conforme previsto no Art. 28 do Estatuto dos Militares), tais como as que apresentem símbolos e/ou inscrições alusivas a:

a) ideologias terroristas ou extremistas contrárias às instituições democráticas, ou que preguem a violência e a criminalidade;

b) discriminação ou preconceitos de raça, credo, sexo ou origem;

c) idéias ou atos libidinosos; e

d) idéias ou atos ofensivos às Forças Armadas.

 7.1.3 Inexistência de qualquer tipo de tatuagem, bem como aplicativos do tipo piercing localizados em área do corpo que fique à mostra quando trajando uniformes previstos no Regulamento de Uniformes para Militares do Comando da Aeronáutica (RUMAER – RCA 35-2/2005), inclusive, aquele previsto para a prática de educação física, com as seguintes composições:

a) para homens – camiseta branca, com gládio alado tipo regata; calção azulaeronáutica; meia branca de cano curto e tênis branco, e

b) para mulheres - camiseta branca, com gládio alado olímpica; calção feminino azulaeronáutica; bermuda azul-aeronáutica; “top” azul-aeronáutica; meia branca de cano curto e tênis branco.

 7.1.4 As cicatrizes resultantes de remoção total de tatuagens, independente do método utilizado, deverão obrigatoriamente, obedecer ao disposto no item 7.1.1.

 OBSERVAÇÕES:

1. O não preenchimento de qualquer um dos requisitos descritos acima implicará a incapacidade física do candidato na Inspeção de Saúde para o fim a que se destina. Outras causas de incapacidade física estão descritas no capítulo V da ICA 160-1/2002 (Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde – IRIS).

2. O estabelecido neste anexo representa apenas parte dos requisitos a serem exigidos na Inspeção de

Saúde. Também serão realizados exames de patologia clínica, exames de imagem e outros, de acordo

com o estabelecido nas Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica – ICA 160-6/2009, aprovada pela Portaria DIRSA, Nº 12/SDTEC, de 09 de março de 2009, alterada pela Portaria DIRSA nº 81/SDTEC, de 17 de dezembro de 2009.

 INFORMAÇÕES SOBRE AVALIAÇÃO DO EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA

 1 EXAME DE APTIDÃO PSICOLÓGICA

1.1 O Exame de Aptidão Psicológica para o EA-CFOAV/CFOINT/CFOINF 2011, de caráter seletivo, será realizado segundo os procedimentos e parâmetros fixados em Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) e documentos expedidos pelo Instituto de Psicologia da Aeronáutica (IPA).

 2 DEFINIÇÃO

2.1 Processo de avaliação que visa estabelecer um prognóstico de adaptação por meio da identificação, nos candidatos, de características psicológicas necessárias ao desempenho da função pretendida.

 3 ÁREAS AVALIADAS

3.1 PERSONALIDADE

3.1.1 Conjunto de características herdadas e adquiridas que determinam o comportamento do indivíduo no meio que o cerca. São avaliados os seguintes elementos:

a) aspecto afetivo-emocional;

b) relacionamento interpessoal; e

c) comunicação.

 3.2 APTIDÃO

3.2.1 Conjunto de características que expressam a habilidade com que um indivíduo, mediante treinamento, poderá adquirir conhecimento e destrezas, a serem avaliados através da aptidão geral ou de aptidões específicas.

 3.3 INTERESSE

3.3.1 Demonstração ou expressão de gosto, tendência ou inclinação pelas atividades inerentes ao propósito seletivo.

 4 TÉCNICAS UTILIZADAS

4.1 ENTREVISTAS DE GRUPO OU INDIVIDUAL, DIRIGIDAS E PADRONIZADAS

4.2 TESTES PSICOMÉTRICOS

4.2.1 Inteligência Geral

4.2.2 Aptidão Específica

4.3 TESTE DE APTIDÃO À PILOTAGEM MILITAR (2ª Etapa)

4.3.1 Aptidão Psicomotora

4.3.2 Aptidão Cognitiva

4.4 TESTES DE PERSONALIDADE

4.4.1 Expressivos

4.4.2 Projetivos

4.6 QUESTIONÁRIO DE INTERESSE

 5 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

5.1 O Exame de Aptidão Psicológica para ingresso na Academia da Força Aérea (AFA) obedece a critérios que são estabelecidos em conformidade com os perfis ocupacionais e consubstanciados nos “Padrões Seletivos”, documento de uso exclusivo do IPA, que contém informações básicas, requisitos de desempenho e instrumentos de avaliação psicológica específicos de cada função.

 5.2 Os perfis ocupacionais são elaborados a partir da aplicação de métodos e técnicas científicas com o objetivo de atender adequadamente ao Padrão de Desempenho de Especialidades, documento elaborado pelo Comando-Geral do Pessoal (COMGEP).

5.3 O “Padrão Seletivo” da Academia da Força Aérea (AFA), define os níveis mínimos de desempenho para cada área avaliada. Os candidatos são considerados indicados ao atingirem esses níveis estabelecidos.

5.4 Os candidatos são considerados indicados na segunda etapa do EAP ao atingirem o resultado igual ou maior que quatro.

 6 RESULTADOS

6.1 O resultado da primeira etapa do Exame de Aptidão Psicológica será considerado válido apenas para o ingresso no CFOAV/CFOINT/CFOINF 2011, tendo em vista obedecer a padrão seletivo específico para cada um dos cursos. O resultado do Exame de Aptidão Psicológica será expresso através das menções “Indicado” (I) e “Contra-indicado” (CI).

 6.2 CFOINT e CFOINF.

6.2.1 Para o ingresso no CFOINT/CFOINF 2011, será considerado o resultado da primeira etapa do Exame de Aptidão Psicológica obedecido o padrão seletivo específico para cada um dos cursos. O resultado da primeira etapa do Exame de Aptidão Psicológica será expresso através das menções “Indicado” (I) e “Contraindicado” (CI).

a) Indicado: candidato com prognose favorável de ajustamento e de adaptação ao ambiente de formação e/ou desempenho profissional por haver atingido os níveis de exigências referentes às áreas de personalidade, aptidão e interesse, contidos no perfil ocupacional básico do Curso de Formação de Oficiais Intendentes (CFOINT) ou do Curso de Formação de Oficiais de Infantaria (CFOINF); e

b) Contraindicado: candidato com prognose desfavorável de ajustamento e de adaptação ao ambiente de formação e/ou desempenho profissional, por apresentar resultados abaixo dos níveis de exigências em uma ou mais áreas contidas no perfil ocupacional básico do Curso de Formação de Oficiais Intendentes (CFOINT) ou do Curso de Formação de Oficiais de Infantaria (CFOINF).

 6.3CFOAV

6.3.1 Para o ingresso no CFOAV 2011 será considerado o resultado da segunda etapa do Exame de Aptidão Psicológica , obedecido o padrão seletivo específico para o curso. O resultado da segunda etapa do Exame de Aptidão Psicológica será expresso através das menções “Indicado” (I) e “Contraindicado” (CI).

a) Indicado: candidato que alcançou pelo menos o desempenho mínimo exigido no TAPMIL, para o Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV), segundo o critério determinado pelos estudos de padronização do teste; e

b) Contraindicado: candidato que não atingiu o desempenho mínimo no TAPMIL, para o Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV), segundo o critério determinado pelos estudos de padronização do teste.

6.3.2 O resultado da primeira etapa do Exame de Aptidão Psicológica será considerado válido apenas para a realização da segunda etapa do EAP. Este resultado será expresso através das menções “Indicado” (I) e “Contraindicado” (CI).

a) Indicado: candidato que atingiu os níveis de exigências referentes às áreas de personalidade, aptidão e interesse, contidos no perfil ocupacional básico do Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV); e

b) Contraindicado: candidato com prognose desfavorável de ajustamento e de adaptação ao ambiente de formação e/ou desempenho profissional, por apresentar resultados abaixo dos níveis de exigências em uma ou mais áreas contidas no perfil ocupacional básico do Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV).

 7 ENTREVISTA INFORMATIVA

7.1 O candidato que obtiver contraindicação após a revisão no Exame de Aptidão Psicológica em grau de recurso, poderá ter acesso à entrevista informativa referente aos resultados por meio de requerimento próprio, dirigido ao Diretor do IPA.

 Siglas utilizadas pelo Comando da Aeronáutica constantes destas Instruções

 AFA - Academia da Força Aérea

BCA - Boletim do Comando da Aeronáutica

CDA - Comissão de Desportos da Aeronáutica

CEMAL - Centro de Medicina Aeroespacial

CFO - Curso de Formação de Oficiais

CFOAV - Curso de Formação de Oficiais Aviadores

CFOINT - Curso de Formação de Oficiais Intendentes

CFOINF - Curso de Formação de Oficiais de Infantaria

CINDACTA - Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo

COMAER - Comando da Aeronáutica

COMAR - Comando Aéreo Regional

DEPENS - Departamento de Ensino da Aeronáutica

DIAP - Documento de Informação de Aptidão Psicológica

DIRAP - Diretoria de Administração do Pessoal

DIRSA - Diretoria de Saúde da Aeronáutica

DOU - Diário Oficial da União

EA - Exame de Admissão

EAP - Exame de Aptidão Psicológica

ECT - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos

INSPSAU - Inspeção de Saúde

IE/EA - Instruções Específicas para os Exames de Admissão

EPCAR - Escola Preparatória de Cadetes do Ar

FSI - Formulário de Solicitação de Inscrição

ICA - Instrução do Comando da Aeronáutica

IPA - Instituto de Psicologia da Aeronáutica

IRIS - Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde

JEA - Junta Especial de Avaliação

OM - Organização Militar

OMAP - Organização Militar de Apoio

OSA - Organização de Saúde da Aeronáutica

RUMAER - Regulamento de Uniformes da Aeronáutica

SERENS - Serviço Regional de Ensino

TACF - Teste de Avaliação do Condicionamento Físico

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

www.afa.aer.mil.br