O Pergamus e a EPCAR/CMJF 1ª série

O Curso Pergamus, desde sua fundação, tem trabalhado com a preparação de candidatos ao Concurso de Admissão à Escola Preparatória de Cadetes do Ar e ao Colégio Militar de Juiz de Fora- CMJF - 1ª série do Ensino Médio. Sucesso absoluto em aprovação, o Pergamus prima por seu material didático direcionado, professores qualificados e atendimento personalizado aos nossos alunos. Excelência de ensino em um ambiente confortável e número reduzido de alunos por sala de aula – 20 alunos por sala - é outro aspecto que merece destaque.

Esse curso preparatório é oferecido em dois dias alternados por semana, tendo em vista que o candidato deve também dar atenção ao ensino regular em que se encontra matriculado, e nosso objetivo é ampliar seus conhecimentos e não prejudicá-lo em seu desempenho escolar. Além disso, para alguns alunos que não se encontram preparados ou que perderam algum elo da cadeia conteudística, oferecemos a “sexta-feira pedagógica”, em que há um assessoramento individual (ou em grupo) para que seu conhecimento seja nivelado ao dos outros do grupo e possamos dar continuidade ao andamento da matéria, sem prejuízos cognitivos.

EPCAr  - Escola Preparatória de Cadetes do Ar  

A Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAr) é uma escola de ensino da Força Aérea Brasileira (FAB), sediada em Barbacena (MG). Sua missão é preparar jovens para ingresso no Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAv) da Academia da Força Aérea (AFA) por meio do CPCAR (Curso Preparatório de Cadetes do Ar), e ao mesmo tempo proporcioná-los o Ensino Médio.

A EPCAr abre anualmente 185 vagas para que jovens brasileiros, do sexo masculino, concorram às vagas do primeiro ano do Curso Preparatório de Cadetes do Ar. A concorrência tem sido, em média, de 70/vaga (70 candidatos por vaga). O candidato, no momento da matrícula, mediante ato do Comandante da EPCAR, passa à situação de aluno da EPCAR (Praça Especial, conforme a Lei nº 6.880, de 9 de dezembro de 1980 – Estatuto dos Militares), a ser mantida durante o Curso Preparatório. O Aluno do CPCAR, durante a realização de qualquer dos anos do curso, estará sujeito ao regime escolar da EPCAR e fará jus a remuneração fixada em lei (tabela de soldos atualizada pela Lei 11.784/2008), de acordo com a sua graduação, além de alimentação, alojamento, fardamento, assistência médico-hospitalar e dentária.

Os alunos que concluírem, com aproveitamento, o CPCAR, terão direito ao Certificado de Conclusão do Ensino Médio e do Curso Preparatório de Cadetes do Ar (CPCAR).. Aqueles que desejarem ingressar na AFA, para realizar o Curso de Formação de Oficiais Aviadores (CFOAV), poderão fazê-lo desde que sua classificação esteja dentro do número de vagas destinadas aos alunos concludentes do 3º ano do CPCAR e as condições de saúde, física e psicológicas atendam aos requisitos exigidos para ingresso no 1º ano do CFOAV. As vagas para o CFOAV destinadas aos alunos egressos do CPCAR serão estabelecidas pela Portaria do Comandante da Aeronáutica, não sendo assegurada a matrícula de todos os concludentes.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

1 LÍNGUA PORTUGUESA

1.1 ESTUDO DE TEXTO

1.1.1 Intelecção de textos literários e não literários

1.2 GRAMÁTICA

1.2.1 Fonologia: Fonemas, encontros consonantais e vocálicos, dígrafos, divisão silábica, acentuação gráfica e ortografia.

1.2.2 Morfologia: Estrutura das palavras, formação de palavras, classes de palavras: classificação, flexão e emprego (substantivo, adjetivo, artigo, numeral, pronome, verbo, advérbio, preposição, conjunção e interjeição).

1.2.3 Sintaxe: Análise sintática da oração, análise sintática do período, pontuação, regência e concordância, estudo da crase, colocação pronominal.

1.3 SEMÂNTICA E ESTILÍSTICA

1.3.1 Sinonímia e antonímia, hiponímia e hiperonímia, polissemia, ambiguidade.

1.3.2 Denotação e conotação, figuras de linguagem, funções da linguagem, e vícios da linguagem.

1.3.3 Versificação.

1.4 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

1.4.1 CEREJA, William Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar Gramática reflexiva: Texto, Semântica e Interação. São Paulo: Atual, 2005, 2ª ed., ISBN 85-357-0633-X.

1.4.2 SAVIOLI, Francisco Platão; FIORIN, José Luiz., Para entender o texto. São Paulo: Ed. Ática, 2000, 16ª ED., ISBN 8508034687.

2 MATEMÁTICA

2.1 Noções de conjunto: operações com conjuntos, relações binárias e subconjuntos.

2.2 Conjuntos dos números naturais; sistema de numeração; e bases.

2.3 Operações com números naturais.

2.4 Divisibilidade: múltiplos e divisores, números primos e fatoração completa.

2.5 Conjunto dos números racionais: números fracionários, operações e operações inversas no conjunto dos racionais.

2.6 Razões: número racional absoluto e razões especiais (velocidade e densidade).

2.7 Proporções: propriedades, porcentagem, números proporcionais, regra de três, juros e câmbio.

2.8 Ampliação numérica: conjunto dos inteiros relativos, conjunto dos racionais relativos. Operações diretas e inversas em e em .

2.9 Equações e inequações do primeiro grau: resolução de inequações do primeiro grau com uma variável no conjunto dos números racionais relativos.

2.10 Números reais, números racionais e números irracionais: operações diretas e inversas no conjunto dos números reais, cálculo com radicais, transformação de radicais e casos de racionalização.

2.11 Cálculo literal em : expressões equivalentes, reduções, fatoração, equações, inequações e sistemas de equações simultâneas em .

2.12 Polinômio numa variável: operações. Noção intuitiva do conceito de "zeros" de um polinômio.

2.13 Equações do segundo grau: resolução das equações incompletas e das equações completas.

Fórmula de resolução. Simplificação no caso de ser "a=l" e "b é par". Relações entre coeficientes e raízes. Forma (S,P) de uma equação do 2° grau. Composição de uma equação do 2° grau, conhecidas as raízes.

2.14 Equações biquadradas e equações irracionais.

2.15 Sistemas simples do 2° grau: problemas do segundo grau.

2.16 Funções: conceito de função, domínio e conjunto imagem e funções definidas por equações.

2.17 Coordenadas cartesianas no plano. Gráfico das funções definidas por equações.

2.18 Função: afim, linear e constante, gráfico e propriedades dessas funções. Conceito de declividade. Gráficos de inequações do primeiro grau com duas variáveis. Interseção de regiões do plano.

2.19 Função trinômio do segundo grau: estudo da função trinômio do segundo grau e construção dos respectivos gráficos. Propriedade do gráfico da função trinômio do segundo grau. Inequação do segundo grau.

2.20 Introdução à geometria dedutiva: elementos fundamentais: ponto, reta, semi-reta, segmento, plano, semiplano, ângulo e congruência. Estudo dos polígonos em geral, dos triângulos e quadriláteros em particular.

2.21 Estudo da circunferência: disco, círculo, arcos e cordas. Propriedades. Medidas de ângulos e de arcos.

2.22 Transformações geométricas elementares: translação, rotação e simetria.

2.23 Razão e proporção de segmentos: feixe de paralelas. Teorema de Tales.

2.24 Semelhança de triângulos e de polígonos. Razões trigonométricas de ângulos agudos.

2.25 Relações métricas no triângulo retângulo: teorema de Pitágoras. Projeção ortogonal.

2.26 Relações métricas num triângulo qualquer: lei dos co-senos e senos.

2.27 Relações métricas no círculo.

2.28 Razões trigonométricas: razões trigonométricas dos ângulos 30, 45 e 60 graus. Relações entre as razões trigonométricas. Emprego das tábuas trigonométricas. Problemas de aplicação.

2.29 Polígonos regulares: relações métricas nos polígonos regulares.

2.30 Áreas de regiões planas: relações métricas entre áreas de figuras planas.

2.31 Medidas de volume, de capacidade, de massa, de comprimento e de área.

2.32 BIBLIOGRAFIA SUGERIDA:

2.32.1 BRANDÃO, Marcius. Matemática: conceituação. 5ª/6ª/7ª/8ª séries. São Paulo: Editora Brasil S/A, 1978.

2.32.2 DOLCE, Oswaldo; POMPEO, José Nicolau. Fundamentos de matemática elementar: geometria plana. 8 ed. São Paulo: Atual, vol. 9, 2005 – ISBN 8532.

2.32.3 IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MACHADO, Antônio. Matemática e Realidade - 5ª série. 5.ed. São Paulo: Atual, 2005.

2.32.4 IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MACHADO, Antônio. Matemática e Realidade - 6ª série. 5.ed. São Paulo: Atual, 2005.

2.32.5 IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MACHADO, Antônio. Matemática e Realidade - 7ª série. 5 ed. São Paulo: Atual, 2005 ISBN 85-357-0627-5.

2.32.6 IEZZI, Gelson; DOLCE, Osvaldo; MACHADO, Antônio. Matemática e Realidade - 8ª série. 5.ed. São Paulo: Atual, 2005.

INSPEÇÃO DE SAÚDE (INSPSAU)

5.4.1 A INSPSAU do processo seletivo avaliará as condições de saúde dos candidatos, por meio de exames clínicos, de imagem e laboratoriais, inclusive toxicológicos, definidos em Instruções do Comando da Aeronáutica, de modo a comprovar não existir patologia ou característica incapacitante para o serviço militar nem para as atividades previstas.

5.4.2 A INSPSAU será realizada em Organização de Saúde da Aeronáutica (OSA). O resultado da INSPSAU para cada candidato será expresso por meio das menções "APTO" ou "INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA".

5.4.3 Os requisitos que compõem a INSPSAU e os parâmetros exigidos para a obtenção da menção "APTO" constam da ICA 160-6/2009 "Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica", aprovada por intermédio da Portaria DIRSA nº 12/SDTEC, de 09 de março de 2009 e alterada pela Portaria DIRSA nº 81/SDTEC, de 17 de dezembro de 2009, a ser divulgada nos endereços eletrônicos http://www.fab.mil.br (link Concursos em Andamento) e http://www.epcar.aer.mil.br.

5.4.4 Somente será considerado "APTO" na INSPSAU o candidato que obtiver resultado favorável dentro dos padrões e diretrizes estabelecidos pela Diretoria de Saúde da Aeronáutica (DIRSA). IE/EA CPCAR 2011 Portaria DEPENS nº 180-T/DE-2, de 19 de maio de 2010.

5.4.5 O candidato que obtiver a menção "INCAPAZ PARA O FIM A QUE SE DESTINA" na INSPSAU terá o diagnóstico do motivo de sua incapacidade registrado no Documento de Informação de Saúde (DIS).

REQUISITOS PARA INSPEÇÃO DE SAÚDE (INSPSAU)

 1 REQUISITOS CARDIOCIRCULATÓRIOS

1.1 Pressão arterial em decúbito dorsal, até 140mmHg (cento e quarenta) de sistólica por até 90mmHg (noventa) de diastólica.

1.2 Exame físico do aparelho cardiovascular normal.

1.3 Eletrocardiograma de repouso normal.

1.4 Exame radiológico do tórax sem anormalidades.

1.5 Ausência de doenças cardiovasculares incapacitantes, de acordo com as IRIS.

 2 REQUISITOS VISUAIS

2.1 A acuidade visual a seis metros será: visão igual a 1,0 (20/20) em cada olho, separadamente, sem correção, devendo apresentar no máximo +2,25 D no meridiano de maior valor dióptrico e diferença entre os meridianos (astigmatismo) de no máximo 0,75.

2.2 Os portadores de dioptrias esféricas negativas (miopia) serão incapacitados.

2.3 O Exame refratométrico deverá ser realizado, obrigatoriamente, sob cicloplegia.

2.4 Acuidade visual a 35 centímetros - J-1 em cada olho, separadamente, sem correção.

2.5 Senso cromático - pesquisado por intermédio das Pranchas Pseudo-Isocromáticas, admitindo-se até 03 (três) interpretações incorretas.

2.6 Motilidade Ocular Extrínseca:

a) índices forométricos a 06 (seis) metros, em caso de foria, admite-se os limites nos índices forométricos a 06 (seis) metros, de acordo com o quadro abaixo:

 ENDOFORIA até 10 dioptrias prismáticas

EXOFORIA até 05 dioptrias prismáticas

HIPERFORIA até 01 dioptria prismática

 b) capacidade de divergência: de 03 (três) a 15 (quinze) dioptrias prismáticas (a divergência deve ser igual ou exceder à endoforia); e

c) poder de convergência: o ponto de convergência (PC) não deve exceder à distância interpupilar (DP).

 2.7 Campo visual: qualquer escotoma central ou para-central inabilita. Não deverá apresentar contração maior do que 15 (quinze) graus em qualquer meridiano, considerado os limites constantes no quadro abaixo (exame realizado a critério do especialista):

 TEMPORAL 90 graus

SUPERIOR 50 graus

NASAL 60 graus

INFERIOR 70 graus

 2.8 Visão de profundidade: será pesquisada em aparelho específico, “Keystone ou Ortho-Rater”. Será considerada normal a leitura da metade do número de linhas mais uma.

2.9 Oftalmotônus: normal, entre 10 a 20 mm/Hg.

 OBSERVAÇÃO: O candidato ao CPCAR que tiver sido submetido à cirurgia refrativa (CERATOTOMIA RADIAL) será incapacitado.

 3 REQUISITOS AUDITIVOS

3.1 Audibilidade com perda tolerável de até 25db (vinte e cinco decibéis) ISO (International Standard Organization), nas freqüências de 250 (duzentos e cinquenta) a 6.000 (seis mil) ciclos/segundo em cada ouvido, separadamente.

3.2 Audibilidade para voz cochichada a 5 (cinco) metros em cada ouvido, separadamente.

3.3 Ausência de sinal evidente de sensibilidade anormal ao ruído.

 4 REQUISITOS ODONTOLÓGICOS

4.1 Presença de todos os dentes anteriores naturais, incisivos e caninos, tolerando-se próteses que satisfaçam à estética e às funções.

4.2 Presença de, no mínimo, 4 (quatro) molares naturais, 1 (um) em cada hemi-arcada. Os espaços existentes, em decorrência de ausência de molares e/ou pré-molares, deverão estar ocupados por próteses que satisfaçam à estética e funções.

4.3 Ausência de cáries.

4.4 Ausência de moléstias periodontais evidenciáveis ao exame visual.

4.5 Ausência de afecções periapicais constatadas visualmente ou evidenciadas em exames radiográficos de dentes suspeitos.

4.6 Ausência de má-oclusões do tipo classe II severa e classe III de Angle, tipo óssea.

 5 REQUISITOS ORTOPÉDICOS

5.1 O candidato não poderá apresentar no exame ortopédico da Inspeção de Saúde as seguintes anomalias:

a) Escoliose que ultrapasse 12º (doze) graus Cobb;

b) Lordose acentuada, com mais de 48º (quarenta e oito) graus Ferguson;

c) Cifose que, ao estudo radiológico, apresente mais de 40º(quarenta) graus Cobb;

d) “Genu Recurvatum”, com mais de 5º (cinco graus) além da posição neutra em raios X lateral, decúbito dorsal com elevação ao nível do calcâneo de 10cm (dez) em situação de relaxamento;

e) “Genu Varum” que apresente distância bicondilar superior a 7cm (sete centímetros) ao exame clínico, sendo que as radiografias realizadas em posição ortostática, com carga, evidenciem acima de 6º (seis) graus no eixo anatômico;

f) “Genu Valgum” que apresente distância bimaleolar superior a 7cm (sete centímetros), cujas radiografias realizadas em posição ortostática, com carga, evidenciem 6º (seis) graus no eixo anatômico;

g) Megapófises de vértebra lombar que apresentem articulação anômala unilateral no estudo radiológico;

h) Espinha bífida com repercussão neurológica;

i) Anomalia no comprimento dos membros inferiores que apresentem, ao exame, encurtamento de um dos membros, superior a 15mm (quinze milímetros), constatado em mensuração referencial da crista ilíaca até o maléolo interno e confirmado através de escanometria de membros inferiores;

j) Hemivértebra, tumores vertebrais (benignos e malignos), sequela de fraturas que comprometam mais de 50% (cinquenta por cento) do corpo vertebral, laminectomia, passado de cirurgia de hérnia discal, pinçamento discal lombar maior que 20% (vinte por cento) do espaço intervertebral; ou

k) Todas as espondilólises e as espondilolisteses.

 6 REQUISITOS DÉRMICOS

6.1 Inexistência de cicatriz deformatória ou não-deformatória que, por sua natureza ou localização, possa, em face do uso de equipamento militar e do exercício das atividades militares, vir a motivar qualquer perturbação funcional ou ulcerar-se.

6.2 Inexistência de tatuagem no corpo que afete a honra pessoal, o pundonor militar ou o decoro exigido aos integrantes das Forças Armadas (conforme previsto no Art. 28 do Estatuto dos Militares), tais como as que apresentem símbolos e/ou inscrições alusivas a:

a) ideologias terroristas ou extremistas contrárias às instituições democráticas ou que preguem a violência e a criminalidade;

b) discriminação ou preconceitos de raça, credo, sexo ou origem;

c) ideias ou atos libidinosos; e

d) ideias ou atos ofensivos às Forças Armadas.

6.3 Inexistência de qualquer tipo de tatuagem aplicada em área do corpo que possa vir a prejudicar os padrões de apresentação pessoal quando trajando uniforme de educação física, previsto no Regulamento de Uniformes da Aeronáutica (calção, camiseta e tênis com meia soquete).

OBSERVAÇÕES:

1. O não preenchimento de qualquer um dos requisitos descritos acima implicará na incapacidade física do candidato na Inspeção de Saúde para o fim a que se destina. Outras causas de incapacidade física estão descritas no capítulo V da ICA 160-1/2002 (Instruções Reguladoras das Inspeções de Saúde – IRIS).

2. O estabelecido neste anexo representa apenas parte dos requisitos a serem exigidos na Inspeção de Saúde. Também serão realizados exames de patologia clínica, exames de imagem e outros, de acordo com o estabelecido nas Instruções Técnicas das Inspeções de Saúde na Aeronáutica – ICA 160-6/2009, aprovada pela Portaria DIRSA Nº 12/SDTSA, de 09 de março de 2009.

Informações Adicionais

Para maiores informações, clique no link do site abaixo.

www.epcar.aer.mil.br